filme do Tim Burton
Mochilinha arrumada, passagem comprada, tudo pronto para ir para Vienna. Sai de Salamanca no último trem para Madrid, me encontrei com Fernanda e passamos a noite no aeroporto, já que o vôo saia às 6 da madrugada. Beleza. Dormimos no chão. Paciência. “Acordei” com dor de cabeça e com a garganta ruimzinha. Claro. Até aí não estava reclamando. Pegamos o vôo, chegamos à Barcelona, para finalmente pegar o vôo para Vienna. Só que, detalhe básico, tínhamos que trocar não só de vôo, mas de aeroporto. Não precisa nem dizer que isso foi um desastre, né? Corremos muito, mas chegamos no aeroporto de Girona 15 minutos depois que o vôo saiu…
E agora? Bem, como ainda não conhecíamos Barcelona, ficamos por lá mesmo. Depois dessa brincadeira de ficar passeando em aeroporto, já era finzinho de tarde. Então fomos andar. Começamos na Plaza Catalunia e fomos caminhando pela Ramblas, que é cheia de gente, não só pedestres mais também artistas de rua e quiosques vendendo de tudo, inclusive pintinhos. Quase uma festa de interior. Muito divertido. Descemos a rua toda, até o monumento à Colombo e a beira o Mar Mediterrâneo.
O sábado começa cedo. Sagrada Família logo de cara. Alguém me explica porque eu tive que pagar para entrar numa igreja que nem terminada está? Alguém? Porque eu não consigo. Tudo bem que é a obra-prima de Gaudi e tal, but still. A melhor parte foi subir no andar exterior de cima e bater foto da paisagem e dos vitrais.
Segunda parada no tour de Gaudi: Parque Guell. Muito lindo. E não paga para entrar.
A parte das pedras é muito legal, e os móveis da casa de Gaudi podem ser estranhos, mas o pátio é mesmo único.
Outras fotos célebres de Barcelona (e do Parque Guell): a onda e o dragão.
Continuamos com La Pedrera, onde o divertido mesmo é o teto.
Alguns exemplos. Lá já é bem perto da Casa Batlló, que tem a fachada mais divertida que eu já vi. Me senti num filme de Tim Burton. Gostaria de ter entrado, mas cobrar 25 euros para entrar numa casa é uma prática que eu não apoio, logo… me recusei.
Mas assim mesmo, só a fachada já é suficiente para justificar a viagem.
Para terminar o dia, passamos pela Vila Olímpica… a primeira coisa do dia que não tem nada a ver com Gaudi.
Domingo de manhã, antes de ir embora, ainda visitamos a Catedral do bairro gótico, e confesso que foi uma das minhas catedrais favoritas na Europa inteira. Não pela igreja em si, mas pelo jardim. Olha que coisa linda!
Antes de ir para a estação de trem e encarar 11 horas de viagem de volta à Salamanca (com direito a três filmes para ajudar a passar o tempo), passada rápida pelo Arco do Triunfo, só para matar as saudades do irmão francês dele.


Uau!!!! Alguma sugestão para, por acaso, alguém terminar a Sagrada Familia??