Portugal, pois pois
Antes de mais nada, o vôo Natal-Lisboa foi tranquilo. O que eu achei estranho é que tava muito quente! Acho que eu nunca tinha sentido tanto calor num avião antes. E do lado de fora tava -55 em média, então não tinha nem desculpa. hehehehe. A noite foi curta, já que o sol nasceu por volta das duas da manhã do Brasil (muito legal assistir o nascer da sol no ar, por sinal…). Viajei do lado de uma menina de Extremoz que nunca tinha andado de avião antes. Ela veio visitar a mãe, que está morando aqui faz um ano (e faz um ano que elas não se encontram). A mãe dela queria que ela viesse junto, mas ela não quis, com medo de não gostar daqui. Então agora, se ela gostar, é capaz de ficar.
Cheguei no hotel (a vista do meu quarto) era umas 10 da manhã daqui. Tava exausta e resolvi cochilar um pedacinho pra sair de meio dia pra almoçar e passear. Mas não consegui acordar e acabei dormindo até as 3 da tarde. Acordei, arrumei minhas coisas pra sair e achei que tinha perdido o passaporte (era só o q faltava, né?), mas tinha ficado na recepção… não entendi porque até agora. Enfim, sai e fui pras bandas do lugar que foi a Expo 98, o que foi a sugestão do taxista que me trouxe do aeroporto e que não faz parte da excursão do dia seguinte de toda forma. Mas só deu tempo de ver o oceanário.

O oceanário é o lugar onde eu tirei a maioria das fotos que estão no site agora! É um tipo de zoológico marinho (hehehehehe). É uma reprodução artificial dos oceanos do planeta (inclusive o clima — a gente anda pela “superfície” e depois vê como é embaixo d’água). É muito bonito. Aliás, eu gostei muito dessa parte da cidade. Tem uma arquitetura contemporânea (foi construído em 98) e é à beira mar. Tem vários banquinhos e vários barzinhos. Bem tranquilo.
Queria ter ido no Pavilhão do Conhecimento, que é na mesma área e bem pertinho do Oceanário, mas não deu tempo. Fica pra próxima. Descobri depois que é mais pra criança, com jogos pra estimular a aprendizagem de matemática, ciências, etc. Pelo que entendi deve ser bem parecido com um museu moderno da PUC que eu fui em Porto Alegre. Mas ainda assim, queria ter visto.
A piada de português até agora é o mêtro, ou melhor, o métro. Muito sem noção. As linhas são praticamente paralelas e só se cruzam nas pontas (olha no link)… Então pra ir do hotel até o Expo 98, são necessárias 3 baldeações pra ir e 3 pra voltar… Eu fui da Estação Marquês de Pombal até a Oriente.
No dia seguinte fiz um citytour em Lisboa.
Fui em todos os pontos turísticos: Praça Marquês de Pombal (perto do hotel), Monumento do Descobrimento, Mosteiro dos Jerônimos, Museu das Carruagens, ponte de São Francisco, Cristo Redentor, Pelourinho… hehehehhe. Pior é que eu tô falando sério. Só o pelourinho que é brincadeira, mas é o centro antigo da cidade, que é muito parecido com o Pelourinho (só é bem mais sujo e menos conservado que a versão brasileira). O Cristo e a ponte não é brincadeira não! E, mais uma de português, são um do lado do outro. É o único lugar do mundo em que as duas coisas podem aparecer na mesma foto… hehehe.
Falando no citytour, a parte que achei mais interessante foi a maneira que a guia falava do Brasil. Porque boa parte das coisas que tem pra se ver me Portugal são da época das grandes navegações, então a mulherzinha tava sempre falando que, nessa época, Portugal tinha diversas colônias, inclusive o Brasil… de um jeito que parecia que o Brasil era o dono do mundo agora… muito engraçado (pros Brasileiros, claro).
A saída de Portugal, como não poderia deixar de ser, teve sua parte engraçada também… Acontece que esqueci de entregar (e ninguém me pediu também) a chave do quarto no hotel… E só notei quando tava no aeroporto. Então lá fui eu ligar pro hotel pra resolver o que fazer… Só que ninguém atendia. Uns 5 minutos antes do horário de embarcar finalmente atenderam, e eu deixei a chave no aeroporto para irem buscar.


eu não sei… na verdade, não sei nem o que eram. mas os brasileiros tiraram tanta onda com a placa que eu acabei batendo uma foto. hehehehehehe
Louise, da cidade de Natal, Rio Grande do Norte – Brasil – viajando pela Europa, com a sua “Máquina Fotográfica” apresenta-nos um verdadeiro show mostrando-nos todas as maravilhas por onde passa e fotografa, com tanta nitidez e arte que até parece que estamos participando com ela nesta viagem. Senti-me em Lucerne diante do “Leão Moribundo”, recordando-me de quando lá estive em l995. Emocionei-me, pois a sua fotografia ficou perfeitíssima. Obrigada, Lou, minha neta muito amada e admirável” Vovó beija você com enorme carinho e amor. Beijo no seu coração.